quarta-feira, 25 de março de 2009

Técnica ovais (parte1): bolhas

Resolvi escrever um pouco sobre as corridas em ovais, elas são muito pouco conhecidas aqui no Brasil, na verdade não tenho notícias de corridas oficiais desta modalidade aqui no Brasil. Para quem não está acostumado pode parecer bastante estranho no início.



A começar pelos carros. Eles são originalmente pancars, mas completamente diferentes, voltados para fazer curvas somente para a esquerda. Neste primeira parte vou falar sobre alguma coisa que sei sobre as bolhas.

São muitas as bolhas para ovais na atualidade, mas poucas se destacam, entre elas 4 modelos da Protoform:
T-MD – Esta é a réplica do Toyota Camry, que tem downforce médio e frente mais solta, ela é a uma das mais usadas na atualidade.

F-MD – réplica do Ford Fusion, ainda é pouco usada, também tem médio downforce e é mais equilibrada de frente, se comparada a T-MD

Chevy Monte Carlo – já não está mais em fabricação, mas ainda é uma das mais utilizadas, com alto downforce.

Dodge Charger HD – sem dúvida esta é a mais utilizada na atualidade, com alto grau de downforce.

Todas vem com duas linhas de corte que podem ser cortadas de acordo com o uso do carro, no carpete ou no asfalto.

As Asas

Existem categorias que possibilitam a colocação de asas grandes na traseira, criando carros-asa, como na época do autorama mesmo. As corridas mais voltadas para club racers utilizam a asa original das bolhas, que na verdade é uma aleta.

Grampos?

O mais comum nas corridas em ovais é a não utilização de grampos, pois qualquer apêndice pode atrapalhar o desempenho dos carros, que precisam do máximo de aerodinâmica. A maneira ideal para prender as bolhas é com sistema de parafusos.

No próximo capítulo: Os carros